21/08/14

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9 passos para aprender a se amar

Comece a curtir o tempo presente e esqueça já os erros do passado

Pare de se comparar aos outros, descubra suas qualidades especiais e saiba como gostar do seu próprio jeitinho...

1. Aceite-se
Reconheça suas qualidades e aceite as imperfeições, afinal, todo mundo tem!

2. Aproveite sua herançaPor mais que você tenha herdado coisas ruins de seus pais (ser baixinha, por exemplo!), lembre-se de que algumas coisas não mudam. Assim, será mais fácil se apaixonar por si mesma. Também vale colocar em prática truques de maquiagem e moda que disfarçam os pontos ruins e ressaltam os positivos.

3. Curta o tempo presente
Não há nada que a gente possa fazer para evitar que nossa idade aumente todos os anos, porém, você vai se sentir muito melhor quando perceber que está aproveitando cada minuto de sua vida. Por isso, esqueça os erros do passado, curta o momento presente e mire no futuro!

4. Pare de reclamarSe algo está errado, não reclame, mude. Por mais que seja difícil passar por mudanças, às vezes, precisamos sair da zona de conforto e agir. Se você reclama que não aguenta mais o que está vivendo, pergunte-se por que continua nessa situação. Mas não tome decisões sem antes ponderar bem.

5. Respeite seu tempoPor mais que demore para sua situação mudar, essa "lentidão" será gratificante e lhe trará muita experiência. Faça a espera valer a pena.

6. Invista tempo e esforço para mudar de fatoInvestimento não diz respeito só a dinheiro, mas também à emoção e ao tempo necessários para operar grandes mudanças. Com determinação, você consegue!

7. Não se compare aos outrosQue tal parar de olhar apenas para os pontos positivos alheios e começar a olhar - e admirar - os seus?

8. Deixe o amanhã para depois
Você deve evoluir de acordo com a sua idade, padrão de vida, estrutura corporal e, também, conforme o momento que está vivendo. Encontre o que é adequado pra você hoje! Amanhã é outra história...

9. Cuide-se maisReserve um tempo do seu dia para seus cuidados íntimos - 5 minutos diários já bastam. Pode tomar um banho mais demorado, ouvir uma música relaxante ou passar um creme no corpo. Essas coisas podem fazer milagres pela sua autoestima!

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/bem-estar/reportagem/auto-ajuda/9-passos-aprender-se-amar-626529.shtml

Aprender a se amar mais irá fortalecer a sua autoestima para atrair coisas boas para a vida. Tente seguir os nove passos e verá mudanças positivas.

"O homem tem duas faces: não pode amar ninguém, se não se amar a si próprio."
Albert Camus
9 passos para aprender a se amar



Autora: Lua



20/08/14

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Como escolher um(a) namorado(a)?


Dicas de como escolher um namorado

Escolher um(a) namorado(a) não é uma tarefa fácil; na verdade, é exigente. Primeiro, porque se você quiser encontrar uma pessoa para namorar, terá de procurá-la. Não basta rezar e permanecer de braços cruzados. Isso não quer dizer que você tenha de sair se oferecendo por aí. É importante socializar-se, estar entre jovens, em ambientes que demonstrem aquilo que você quer assumir. Exemplo: se você quiser um cara sério, um cristão atuante na Igreja, não será em um baile funk que você irá encontrá-lo.

Segundo: é importante conhecer um pouco essa pessoa que você está a fim de namorar antes de ficar com ela e assumir um compromisso sério. Não vá com muita “sede ao pote”; perceba, primeiro, quem ela é, pois a amizade é um filtro para escolher um(a) namorado(a).

Terceiro: lembre-se de que não existe um homem ou uma mulher perfeitos. O que existe somos nós, seres pecadores. Não queira alguém pronto. O namoro, o noivado e o casamento são, justamente, para nos ajudar a construir uma pessoa melhor para o mundo e para Deus. Agora, é claro que há virtudes e modos de pensar primordiais. Se você for uma pessoa exigente para escolher a roupa que usará num baile de formatura, deverá ser muito mais para escolher com quem dividirá a sua história de vida e os seus sonhos.

Particularmente, fui bem exigente na minha escolha e tive de esperar seis anos até namorar o Guilherme; uma longa espera que exigiu sacrifícios. Antes dessa espera, tive outros relacionamentos, mas, em um determinado momento, era preciso rompê-los, porque eu percebia que não seria bom permanecer junto deles.

Pior que terminar um namoro é casar-se com a pessoa errada. Para que você possa fazer bem uma escolha é preciso saber o que você deseja. O que você quer? Que tipo de rapaz ou de garota você quer? Que qualidade o seu(sua) namorado(a) deve ter? O que você espera dele(a)? Você não deve ter medo de pontualizar as suas prioridades e as apresentar para Deus. Reze com a sua verdade, com a solidão que assola seu coração de solteiro(a). Reze com a alegria de ter um namorado(a) maravilhoso(a). Enfim, converse com Deus com a sua mais sincera verdade.

Ao escolher um namorado(a), não se prenda às aparências físicas, pois elas passam e não sustentam um verdadeiro amor. Desça até a profundeza de sua alma e busque lá os seus valores.

O namoro é um tempo belo de conhecimento na vida de dois jovens. Começa com a amizade, ou até mesmo com a atração física, mas, com o tempo, vai saindo da superficialidade e se aprofundando. O namoro é o momento certo para escolher se é com essa pessoa que você quer passar o resto da sua vida. Como diz o professor Felipe Aquino, “o namoro é o melhor momento para um divórcio”.

Você não deve ter medo de romper um namoro se perceber que ele não o está ajudando a ser uma pessoa melhor, a construir seu caminho para o Céu. Namorar é tempo de fazer escolhas conscientes que vão além de sentimentos e emoções.

Deus abençoe a sua escolha!


Autora: Lua



19/08/14

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À procura do homem (mulher) ideal


Não existem homens e mulheres perfeitos. Nós crescemos juntos durante o relacionamento

É bem cedo que começamos a idealizar nosso futuro. Geralmente, ainda crianças, meninas ganham bonecas e brincam de ser mães, enquanto meninos ganham carrinhos e fazem de conta que são heróis. O tempo vai passando e, de repente, o que parecia muito distante, vai criando forma e se aproximando de nós como se acordássemos de um sonho. É aí que nos damos conta de que se quisermos ser “mamães” de verdade, precisaremos deixar as bonecas de lado e abrir os olhos para enxergar onde está aquele que poderá ser nosso marido. Os meninos percebem que carrinhos pequenos já não tem tanta graça, que as meninas são diferentes umas das outras; inclusive, tem aquela que lhe chama muito à atenção. Ou seja, crescemos! As nossas fantasias ainda nos acompanham, é claro, mas já não precisamos tanto de brinquedos para nos divertir, existe um novo horizonte a ser desbravado e o amor pede passagem.

É nessa hora também que enfrentamos diversos desafios; inclusive, um deles é fazer a travessia do conceito da pessoa ideal, que até então fazia parte dos nossos sonhos, para a pessoa real que pode estar ao nosso lado. Não temos muita noção das coisas, mesmo assim, nos aventuramos a amar o sexo oposto e achamos isso o máximo!

Lembro-me, por exemplo, de que, quando passei por essa fase, imaginava encontrar um príncipe lindo e maravilhoso para se casar comigo, mas queria que ele fosse também um jardineiro para me dar muitas flores. Imagine a discordância: um príncipe jardineiro! Eu não me preocupava se ele seria capaz de me amar na saúde e na doença, se seria responsável, trabalhador… A minha fantasia ainda falava mais alto que a realidade. Porém, com o passar do tempo, o normal é que a realidade vá crescendo e a fantasia diminuindo dentro de nós, até chegarmos à maturidade e nos dispormos a escolher aquele ou aquela com quem sonhamos casar, mas com os pés no chão. Saindo do ideal da fantasia, que imagina pessoas perfeitas e, portanto, irreais para a realidade que nos cerca, encontramos pessoas maravilhosas e dispostas a crescer, que só precisam ser acolhidas e amadas.

Aliás, acredito que um dos pontos que tem feito muita gente continuar solteira e sofrendo por não ter encontrado ainda “o amor da sua vida” é, justamente, o fato de ter parado na fantasia sem fazer a travessia para a realidade. Quem age assim acaba se decepcionando repetidas vezes; em alguns casos, até mesmo desistindo de amar, o que, aliás, acredito ser uma das piores escolhas que o ser humano possa fazer na vida. Por outro lado, quem decide amar o real, embora diferente, abre as portas para ótimas surpresas.

Que tal, no dia de hoje, despedir-se da fantasia e dar um salto para a realidade? Você pode levar alguns conceitos e preferências com relação à pessoa com a qual deseja assumir um compromisso sério sim; inclusive, considero isso necessário. Afinal, estamos escolhendo alguém que passará o resto da vida ao nosso lado. Mas fique atento se seus ideais são atingíveis ou se você ainda está em busca do príncipe ou da princesa perfeitos dos contos de fadas. Não deixe que sua preferência limite demais sua busca; afinal, se as características desejadas no outro não forem absolutamente imprescindíveis, por que não dar abertura às pessoas um pouco diferentes da quais você imaginou?

O amor tem um grande poder de transformação. Conheço histórias de pessoas que ousaram amar o diferente e descobriram que era justamente o que estavam procurando. Na verdade, ninguém está totalmente pronto para dividir a vida com outra pessoa; é o amor que damos e recebemos que vai nos moldar a cada dia e nos tornar melhores. E digo ainda: não há nada mais gratificante do que perceber uma pessoa mudada pelo fato de você ter decidido amá-la, ou perceber que estamos mudando, porque alguém decidiu nos amar. Também é certo que, quando encaramos nossa verdade e decidimos pautar nossa vida sobre ela, Deus sempre nos ajuda, já que Ele é o maior interessado em nossa felicidade e não está alheio aos nossos sonhos. Isso, é claro, aplica-se também aos nossos relacionamentos.

Lembre-se de que o romance ideal não existe nem está à venda nas vitrines, mas se você tiver a coragem de fazer a travessia, saindo do imaginário e procurando um romance real, poderá torná-lo “ideal” pela força do seu amor. Então, mãos à obra!

Contemple a beleza que está à sua volta e abra-se às novidades que a vida lhe oferece hoje. Sorria mais, abrace mais, preste mais atenção nas pessoas, exalte mais suas virtudes e promova o bem sem jamais desistir de amar, porque essa é a realidade que o conduzirá à verdadeira felicidade!

Autora: Lua



15/08/14

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A esperar um grande amor

O que vale a pena possuir vale a pena esperar

Como é bom falar de namoro, de sentimentos, de declarações de amor! Mexe com a gente, não é? Entrar no Facebook de seus amigos e ver estampado na capa: ‘Em relacionamento sério’… A aventura do amor continua e sempre continuará a mexer com nosso coração! Mas, ao se aventurar, você pode parar por um instante e dizer para mim: “Adriano, é tudo muito lindo, mas não acredito que isso seja possível. Estou encalhado(a) há tempos e cansei de esperar. A fase de solteiro (a) está durando há anos!”

Calma, calma, não brigue assim. O que tenho a dizer primeiramente a você é: Tire de sua vida a palavra “encalhado”! Cristão não fica encalhado, quem encalha é baleia; cristão se reserva para o melhor momento e a melhor pessoa.

Quantas vezes, em um casamento ou em uma festa importante, encontramos bem grande um aviso: “Reservado”. Ou chegamos a um supermercado e, no setor da adega, um vinho apresenta o seguinte rótulo: “Reserva de…”. A primeira impressão é a de que pessoas importantes vão usufruir daquilo que foi separado, escolhido, preparado e reservado.

Não quero apenas dizer que você está reservado (a), mas que existe uma pessoa separada, escolhida, preparada e reservada para aparecer na hora certa. Isso se o seu chamado for viver o amor a dois. Lembre-se sempre que todos têm direito ao Amor Maior.

Encalhado é uma palavra tão baixa que ninguém deveria ser rotulado assim. A baleia, quando “encalha”, na maioria das vezes, não consegue soltar-se, fica presa e se fere até morrer. O cristão que se reserva se garante, sabe dar sentido aos sentimentos e sempre tem esperança! Uma esperança que não decepciona.

Você está encalhado(a)? Não está. Pense diferente. Pense assim: “Você está “reservado(a)”. Você é muito importante, e só pessoas importantes podem usufruir, só a pessoa certa pode ter acesso a você.” Não se deixe levar por essa onda, mas se assuma como “reservado(a)”. Como disse Santa Edith Stein: “O que vale a pena possuir vale a pena esperar”.

Você pode até estar sozinho (a), mas não porque ninguém apareceu. Você é quem optou por não ficar com qualquer um (a), pois você não é qualquer um! Há um velho ditado que cai bem aqui: “Antes só do que mal acompanhado”.

É o momento de você ler tudo isso e valorizar-se mais para o grande amor! Não se deprecie por não ter encontrado alguém, por ainda não ter aparecido quem realmente o mereça! Assim você se reserva.

Mas, nesse tempo, como você tem esperado? Qual a qualidade da sua espera? Contarei um fato que aconteceu comigo e me fez pensar na qualidade e no modo como vivemos o “tempo de espera”.

Um dia, aconteceu algo muito interessante. Magda, Tiago (irmãos de comunidade) e eu voltávamos de viagem. Estávamos muito cansados e a vida resolveu nos presentear com uma bela tarde de “retiro”. A começar com o bilhete do voo de duas horas, que apresentava, em sua impressão, cinco de voo, ou seja, com escalas. Até então tudo bem. O fato estava ali e era vivê-lo. Feito o check in, fomos à sala de embarque. Quando conferimos o voo no painel de horários, lemos: “Voo com atraso de, no mínimo, duas horas”. Nessa hora, rimos para não chorar e tivemos de esperar!

Magda e Tiago resolveram assistir a um filme. Eu decidi esperar o tempo lendo um livro que me ajudaria como referência bibliográfica para escrever “Quero um Amor Maior” (indico, viu?), um livro que escrevi há três anos. O tempo foi passando.

Certo momento, o Tiago levantou-se, pegou nossas malas e um isopor com abará (comida baiana), que estava levando para Meiriane, uma outra irmã de comunidade, a fim de dar lugar para uma família que havia chegado. Nessa hora, o isopor tombou. O gelo, que estava dentro dele, havia virado água e se espalhado pelo chão. Que vergonha!

Deixamos, ali, o isopor e as malas; depois, fomos pedir ajuda a uma senhora da limpeza, que me disse: “Esse abará não chegará bom. É muito tempo fora da geladeira!”. Não pensei duas vezes e disse a ela: “Pode ficar com ele. É um presente”. Que sorriso lindo vi naquele rosto! Estávamos levando o abará para Meiriane, mas “o tempo” não era suficiente para o conservar.

Você deve estar se perguntando onde eu quero chegar com essa história. Fiquei irritado, o cansaço, o sono e as situações me tiraram a paz. Resolvi tuitar. De maneira espontânea mandei a seguinte mensagem: “O tempo de espera e como esperamos revela o nível de maturidade que temos. #vooatrasado”.

Minha mensagem teve tantos RTs que li de novo e fui entender o que havia escrito. E conclui, realmente, que o tempo de espera e a maneira como o vivo me revela e revela minha maturidade. Fiquei pensando que quanto mais imaturo somos, menos sabemos esperar. Um exemplo são as crianças, que fazem birra quando precisam esperar algo por cinco minutos.

A agitação, o “jeitinho”, a raiva etc., são sintomas de nossa imaturidade quando a vida nos propõe a espera. Fiquei muito intrigado com o que escrevi e percebi que há muita coisa a se desvendar sobre o “tempo de espera” e como esperar por alguma coisa.

Aquele atraso no aeroporto me possibilitou, apesar das contrariedades, fazer mais feliz aquela senhora da limpeza. E assim vivi uma boa tarde de “retiro”.

Agora, deixo para você esse barulho: Como você vive o tempo de espera? Como vive a fase de “solteiro”? Será que vale a pena dar um “jeitinho” de encurtar a espera, sair por aí sem dimensão do dom que você é e se sujeitar a ficar com a(o) primeira(o) que aparecer? Será que está irritado por não conseguir encontrar alguém e assim tem perdido a oportunidade de ser uma pessoa mais amável? A irritação o transformou em alguém irritante e murmurador? Ou será que, na pior das hipóteses, você tem esperado de braços cruzados, aguardando que alguém caia do céu?

A pessoa pode até cair, mas quando encontrar você, terá uma grande decepção. Pois você não se cuidava como um dom no tempo de espera!

Somos muito imediatistas e não gostamos de esperar. Deixamos, muitas vezes, o medo e a ansiedade se tornarem empecilhos à concretização das promessas de Deus em nossa vida. Mas se soubermos lidar com esses sentimentos, conquistaremos as promessas do Senhor no tempo certo!

Muitos esperam de braços cruzados, rezam todos os dias e pedem a Deus a pessoa certa. Mas é uma espera sem esperança, sem atenção. Às vezes, Deus já lhe mandou alguém, mas você, por estar de braços cruzados, não percebeu e não correu para o abraço.

É necessário estar atento às pessoas que estão ao seu redor, no seu grupo, na faculdade. Não se acha remédio em açougue nem carne em farmácia, não é? Gosto do Salmo que diz: “Esperando eu esperei”. Deve-se saber viver essa espera com esperança, com ação. Cuidar-se, arrumar-se, não em vista só do outro, mas para se sentir bem consigo mesmo. Só quando nos amamos podemos amar o outro, pois somente damos o que temos.

Se você está sozinho, eu lhe pergunto: “Será que não é preciso estar assim?”. Às vezes, nesse tempo em que você está só, descobrirá que, na verdade, é chamado(a) a outra vocação. Como dizia Padre Léo: “Quando não achamos a tampa de nossa panela, podemos ser uma frigideira!”

Não importa a quantidade do tempo, mas a qualidade dele que você tem vivido. Que sua oração se torne também a ação desse tempo!

Viva a fase de solteiro alargando as possibilidades de ser uma pessoa melhor, invista nas amizades, na família e em seus projetos; acima de tudo, no seu relacionamento com Deus. Isso faz a diferença!

Autora: Lua



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Encontrar a sua força interior

Olhe para si mesmo por alguns momentos... Existem dias em que você pensa que tudo está acabado e que nada mais lhe resta a fazer? Então, deixe-me dizer-lhe que a hora é de recomeçar.

Você se pega pensando, com frequência, que em sua vida parece não haver mais esperanças? Pois eu lhe digo: é hora de renovar os seus sonhos.

Alguma vez já lhe disseram que a aposentadoria pode ser a chance de você se dedicar àquela atividade que sempre sonhou e que lhe dá prazer?

Você já parou para pensar que o fim do seu casamento pode ser o empurrão que precisa para buscar um novo amor? A perda de um emprego pode ser a chance de rever o profissional que você é e ajustar o rumo da sua carreira. Ser reprovado em um exame de final de ano na faculdade pode ser um convite para pensar com cuidado sobre se está tratando a sua vida com a seriedade necessária.

Um acidente grave pode também ser o início de uma jornada em que irá se conhecer mais profundamente e saber do que realmente é capaz. Perder a visão, por exemplo, costuma se mostrar como uma oportunidade para a pessoa vir a conhecer e desenvolver melhor os outros sentidos.

Ou seja, o seu ponto fraco, a sua debilidade, aquilo que pode lhe parecer uma desgraça, pode também gerar forças gigantescas para as suas mudanças, para que possa seguir em busca de sua realização pessoal. Tudo depende de você ficar atento ao que a vida quer lhe dizer com as situações que lhe apresenta e agir de acordo com essa orientação recebida. Tudo é uma questão de aprender a interpretar os sinais e encontrar, através deles, a sua força interior.

Muitas pessoas já estão prontas para observar os sinais que a vida lhes dá. Sabem quando a luz verde indica um caminho seguro, percebem quando à sua frente há um sinal que está no amarelo, indicando atenção e chamando seus cuidados para o vermelho, prestes a surgir no percurso. Usam cada sinal para orientar-se e caminhar com segurança e não os vêem como impedimentos em seu caminho.

Outras pessoas, infelizmente, precisam passar por situações extremamente angustiantes e dolorosas, muitas vezes até mesmo fisicamente falando, para só então entender esses mesmos sinais. Por vezes os interpretam de modo errado, tomando decisões inadequadas - e muitas vezes fatais − a partir de sua visão não muito clara do que a vida quer lhes mostrar. A vida é uma escola, mas tem muita gente que não aprende o que ela ensina. A poetisa Cora Coralina escreveu que o conhecimento pode ser adquirido na escola, mas a sabedoria só se aprende no corriqueiro da vida. E como ela estava certa!

Assim é também a sua jornada: a maneira como vê a vida à sua volta e como reage a ela depende do que você busca, e como busca. Recomeçar a viver depende essencialmente de estar disposto a descobrir a sua força interior. Depende de você querer buscar em sua alma aquela energia há muito tempo esquecida, mas que continua aí dentro, esperando para ser despertada. E, então, usá-la da forma correta, em seu benefício.

Para isso, preste atenção aos sinais da vida e os use para guiar seus passos para a felicidade.

Autor do Texto: Gilberto Cabeggi é escritor, autor do livro "Todo Dia É Dia de Ser Feliz", pela Editora Gente.


Encontrar a sua força interior


Autora: Lua